Case: Colégio Nova Sede

Renato Shoji Suenaga e Stela Kiyomi Imaeda Suenaga
Nossa história começa em janeiro de 2007, após a leitura do livro “Seja lá o que Deus quiser” do Prof. Koji Sakamoto. Há algum tempo estávamos procurando algo para melhorar o desempenho de nossa empresa (atuamos no ramo de educação Infantil e ensino fundamental há 12 anos). Ao lermos no final do livro que o autor prestava consultoria para escolas, isto despertou nosso interesse. Conseguimos um horário e começamos em seguida a consultoria em meados de fevereiro de 2007. Nessa época, tínhamos 240 alunos e uma das primeiras orientações do Prof. Koji Sakamoto foi colocar a empresa em ordem: - regularização de toda área administrativa (pagamento correto/integral dos impostos de funcionamento como de aluguel do imóvel e registro de todos os funcionários). Detalhe: - na ocasião não tínhamos caixa($$) para toda a regularização, pois a inadimplência não nos permitia.
Na medida em que colocávamos as coisas em ordem, percebíamos que o valor do faturamento não caia, e simultaneamente recebíamos orientações para servir bem os funcionários e professores, pois naturalmente os nossos clientes começariam a ser bem atendidos, e assim, criamos nossa filosofia, que até hoje serve de base para o nosso trabalho.Ainda em 2007 recebemos a orientação para dispensar o advogado que fazia a cobrança dos inadimplentes, a princípio não entendemos o porquê, mas com o passar do tempo percebemos que criando um ambiente de gratidão na empresa, o foco do trabalho passou a ser: - servir e ajudar as pessoas.
Por incrível que pareça, mesmo sem o setor de cobrança (“O advogado”), alguns inadimplentes passaram a me procurar para regularização, e alguns até me indicar novos alunos. Simultaneamente, fomos orientados para não recusar alunos com dificuldades pedagógicas e financeiras, e para nossa surpresa, a cada aluno novo que entrava com dificuldade, este indicava mais um aluno novo pagante e sem dificuldades pedagógicas.
Em fevereiro de 2008 chegamos a 294 alunos, ou seja, 40 alunos que saíram, ou por conclusão de curso(14), ou por outros motivos(26), foram substituídos por outros 50 alunos que vieram ao colégio sem nenhuma propaganda ou divulgação. Continuamos com a consultoria e nos foi sugerido ajudar as famílias dos alunos que tinham dificuldades de aprendizados e também, os professores para que aprendessem a trabalhar com as dificuldades em sala de aula. Começamos com reuniões com os pais, e reuniões semanais com professores.